Pano Vivo: Sacolas Ecológicas

O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável?

Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos.

Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta o meio ambiente.

Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende.

Atividades econômicas podem ser encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países. Desses recursos depende não só a existência humana e a diversidade biológica, como o próprio crescimento econômico.

O desenvolvimento sustentável sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.

Fonte WWF Brasil

Uso de sacolas plásticas nos supermercados divide opiniões

Lei do Rio de Janeiro provocou polêmica entre leitores
Bani-las pelo bem do meio ambiente ou mantê-las como saco de lixo? Esse é o dilema dos usuários das famigeradas sacolas plásticas de supermercado.

Em uma época em que a preocupação com o meio ambiente domina as discussões, elas se tornaram vilãs. As sacolas ecológicas, feitas de pano, palha ou mesmo de plástico resistente, se tornaram uma bandeira da luta contra o aquecimento global — atitude que culminou com a restrição do uso dos sacos plásticos em estabelecimentos do Estado do Rio de Janeiro.

Os leitores que participaram do mural de Zerohora.com dizendo o que achavam da lei se dividiram em dois grupos: os entusiastas da medida e aqueles que acreditam que os sacos são injustiçados e vão fazer falta na hora de descartar o lixo produzido nas casas.

O leitor Silvio Rocha, de Gravataí, aprovou a lei fluminense e chamou a atenção para o fato de que pequenas compras são colocadas em enormes sacos plásticos. Em vez de sugerir que os gaúchos esperassem lei semelhante, ele propôs uma maneira mais fácil de evitar o desperdício:

— Nós, consumidores, podemos rejeitar muitas sacolas colocando compras pequenas em bolsas, bolsos e sacolas retornáveis.

Outra solução foi vislumbrada pelo leitor Pedro de Oliveira, de Camboriú, Santa Catarina: manter a distribuição de sacolas plásticas, desde que elas sejam biodegradáveis:

— Todas as embalagens deveriam ser biodegradáveis. A maior parte do lixo das cidades é composto pelo descarte de embalagens. Não adianta combater os efeitos. Tem-se que eliminar as causas.

O uso das sacolas de supermercado como saco de lixo provocou polêmica. Muitos leitores se perguntam se a medida realmente é efetiva para combater a poluição, uma vez que teriam que comprar sacos plásticos para o lixo doméstico.

— Se não tiver mais sacola plástica, teremos que comprar sacolas de lixo descartáveis e provavelmente o plástico será a única opção nas prateleiras dos mesmos mercados — afirmou o leitor Ricardo Alencar, de Porto Alegre.

Luís Carlos Gonçalves, também da Capital, relatou que decidiu adotar bolsas de pano durante algum tempo, mas voltou a usar sacolas de plástico depois de perceber que os sacos de lixo são feitos de material similar. Entretanto, para ele, esse hábito não é o ideal:

— Voltei a usar as sacolas, mas confesso que, toda vez que levo o lixo para a lixeira, penso no assunto e sinto um pouco de culpa. Algo precisa ser mudado, já se viu que só campanhas de conscientização não resolvem o problema.
Fonte:ZEROHORA.COM

Sacolinhas ecológicas

A importância da lei, desde que sancionada, é de minimizar o uso dessas sacolas plásticas que acabam sendo deixadas nas ruas e entopem bueiros. Elas também são usadas pelos munícipes para acondicionar o lixo orgânico que é levado ao aterro sanitário
Os vereadores aprovaram na sessão de ontem um projeto que, certamente, tem condições de significar um pequeno, mas um passo em defesa do meio ambiente. Ele vai agora à sanção do prefeito Vitor Lippi e a transformação em lei irá proibir os hipermercados de oferecer as sacolinhas plásticas a quem efetua as compras. O consumidor, segundo a proposta, terá que receber sacolas biodegradáveis ou oxibiodegradáveis. Estas, como as nomenclaturas já definem, decompõem-se com maior facilidade, ao contrário do plástico, material que leva centenas de anos para isso, causando uma série de problemas ao próprio homem, além dos animais. Em outras palavras, as sacolinhas de materiais biodegradáveis deixarão de causar os mesmos transtornos observados pela ação do plástico no meio ambiente. E ações que defendam o meio em que vivemos são sempre muito bem recebidas.
Considerado essencial para o progresso e desenvolvimento mundial, o plástico começou a entrar no cotidiano das pessoas na década de 40 do século passado, quebrando o predomínio do aço até então. A substituição de materiais aconteceu de maneira progressiva. Elaborado a partir do petróleo, a matéria-prima, o plástico é um polímero sintético dotado de grande maleabilidade. Por isso, passou a substituir o vidro, a madeira, metais e até o pano – com base no algodão.
A praticidade e a vasta aplicação entre os objetos de uso doméstico como os de utilização industrial fizeram do plástico algo que também é nocivo, embora possa ser reaproveitado. Ele derrete sob a ação do calor e volta a ser maleável para criar qualquer objeto, dentro do processo industrial, inclusive as sacolinhas que motivaram o projeto de lei, de iniciativa do vereador João Donizeti (PSDB). O único senão está no fato de a futura lei – caso seja efetivamente sancionada pelo prefeito – ser restrita aos hipermercados e não abrangente aos demais supermercados e mercados e todo o comércio que utiliza as sacolinhas plásticas. O vereador justifica serem os hipermercados os principais fornecedores das sacolinhas.
A proibição das sacolinhas plásticas e a troca por embalagens ecologicamente corretas não é surpresa para as redes de hipermercados de Sorocaba. De maneira isolada, elas já estão procurando substituir esse tipo de embalagem com a oferta de caixas de papelão ou mesmo as sacolas retornáveis. Mesmo assim, o projeto aprovado prevê fiscalização com notificação em caso de descumprimento, seguido de multa de R$ 5 mil e R$ 10 mil nas reincidências e até cassação do alvará de funcionamento. O prazo para adaptação será de 90 dias e o dinheiro das multas terá como destinação o Fundo de Apoio ao Meio Ambiente (Fama). Na Assembleia Legislativa de São Paulo o mesmo tema está em discussão, com um projeto do deputado Ênio Tatto (PT).
O projeto do vereador vai revogar a lei 8.470 de maio de 2008, dele mesmo, que previa o uso das sacolas oxibiodegradáveis. A importância da lei, desde que sancionada, é de minimizar o uso dessas sacolas plásticas que acabam sendo deixadas nas ruas e entopem bueiros. Elas também são usadas pelos munícipes para acondicionar o lixo orgânico que é levado ao aterro sanitário.
Essa aprovação pela Câmara está longe de ser uma solução, mas não pode ser desconsiderada. Ela trilha no caminho da conscientização e, embora restrita aos hipermercados, pode muito bem ser aplicada, de maneira espontânea, por outros estabelecimentos. O próprio Cruzeiro do Sul já ofereceu sacolas ecológicas como brindes a assinantes, exatamente para incentivar as pessoas a evitar o uso das de material plástico. É na somatória de atos reconhecidamente ecológicos estão os verdadeiros passos em direção à defesa do meio ambiente.

 

Notícia publicada na edição de 18/06/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 3 do caderno A 

TECIDO ECOLÓGICO E SUSTENTABILIDADE: DUAS FACES DA MESMA MOEDA

Lucila Fernandes Lima

Muito se discute sobre qual é o papel da sociedade civil e das empresas no século XXI frente às transformações geradas pelas atividades humanas desde a primeira Revolução Industrial até o presente momento, e as possíveis alternativas viáveis para sustar a degeneração do tecido ecológico essencial a todas as manifestações de vida em nosso planeta.

No cerne da questão estão as novas pautas de conduta necessárias para se evitar ou mesmo minimizar os impactos sócio-ambientais negativos decorrentes da atividade produtiva na sociedade de risco: os novos procedimentos de controle e garantia de qualidade exigidos pelos stakeholders, os modos de agir da sociedade contemporânea e a necessidade de maior sinergia entre os tomadores de decisões e a sociedade à busca da preservação do equilíbrio ecológico.

Embora a diversidade entre as nações ocidentais e não ocidentais em razão das percepções sociais diferenciadas da realidade objetiva, que têm como base as diversidades culturais e peculiaridades regionais, vivemos o estágio da “simultaneidade das transformações” causado pela propagação das informações globalizadas sobre o atual “status quo” dos recursos naturais e dos impactos, em rede, causados pela mudança do clima e pela forma de produção e atuação das empresas em todos os setores da vida humana.

A interconectividade entre as empresas/indústrias e a sociedade permite a elaboração de uma nova cartografia de sustentabilidade planetária, que serve como moldura para a criação de valores de produção, de consumo e de relações sociais através de estratégias corporativas que levam em consideração a cadeia de suprimentos, o ciclo completo de produção e de serviços, o desempenho econômico com valor social agregado, a resiliência e reaproveitamento dos recursos naturais como estratégia negocial de longo prazo. More »

Fio derivado de embalagem pet é destaque

A preocupação com o ambiente está criando novas oportunidades para a indústria têxtil brasileira. Cresce a demanda por fio ecológico produzido a partir de embalagem pet (Politereftalato de etila, um polímero termoplástico), usada para acondicionar refrigerantes e óleos comestíveis, por exemplo.

No país é cada vez maior a demanda por fios considerados ecologicamente corretos, empregados em confecções diversas, como uniformes profissionais, malhas e até no chamado segmento “fashion”. Como podemos observar no Fashion Business, no Rio. More »

Jundiaí obriga uso de sacolas degradáveis ou retornáveis

Jundiaí obriga uso de sacolas degradáveis ou retornáveis
por Luís Paulo Roque/ Revista Susentável—
Desde o dia 19 de junho, os estabelecimentos comerciais de Jundiaí, no interior paulista, terão de garantir que as sacolas distribuídas para seus clientes são degradáveis ou reutilizáveis, informou a Câmara Municipal do Município à Revista Sustentabilidade.
No final de 2008, o prefeito sancionou a Lei Municipal 7210/08, que exige o uso de sacolas feitas de materiais oxi-biodegradáveis, biodegradáveis ou sacolas de pano, com o prazo de seis meses para comércio adequar-se.
A multa por infrigir a lei pode chegar a R$ 45 mil.
Além de Jundiaí, as cidades de Sorocaba, Piracicaba e Guarulhos e os estados do Espírito Santo, Goiás e Maranhão aprovaram leis que exigem o uso de sacolas biodegradáveis ou retornáveis.

A partir do dia 19 de junho, os estabelecimentos comerciais de Jundiaí, no interior paulista, terão de garantir que as sacolas distribuídas para seus clientes são degradáveis ou reutilizáveis, informou a Câmara Municipal do Município à Revista Sustentabilidade.

No final de 2008, o prefeito sancionou a Lei Municipal 7210/08, que exige o uso de sacolas feitas de materiais oxi-biodegradáveis, biodegradáveis ou sacolas de pano, com o prazo de seis meses para comércio adequar-se.

A multa por infrigir a lei pode chegar a R$ 45 mil.

Além de Jundiaí, as cidades de Sorocaba, Piracicaba e Guarulhos e os estados do Espírito Santo, Goiás e Maranhão aprovaram leis que exigem o uso de sacolas biodegradáveis ou retornáveis.

por Luís Paulo Roque/ Revista Susentável

Ecobags – uma ajuda simples e moderna

A necessidade de ajudar o meio ambiente leva as pessoas a pensarem em soluções praticas que agradem a população. Esse foi o caso da criação das ecobags ou sacolas ecológicas que surgiram no conceito de sustentabilidade para substituir as sacolas de plástico, tanto de  mercados quanto do comércio em geral.

Elas são feitas de materiais duráreis, como os tecidos, trazem um ar de modernidade e mostram o estilo para cada usuário.

No Brasil, as grandes redes de supermercados aderiram essa idéia e repassaram as pequenas redes.

Ainda existe uma resistência nas pequenas cidades, onde a facilidade do uso de sacolas plásticas não sobrepõe o mal que as mesmas  causam ao meio ambiente.

Segundo dados, no mundo todo são consumidos cerca de 1 milhão de sacolas plásticas por minuto, resultando em mais de 500 bilhões por ano! Só no Brasil essa quantidade chega a 12 bilhões por ano. Além do lixo acumulado nos aterros sanitários, as sacolas são feitas de um material que emite gases poluentes.

Os números revelam que cada família brasileira descarta em média 40kg de plástico por ano.

Alguns países tomaram atitudes mais radicais para reduzir o consumo de sacos plásticos. Uns proíbem totalmente a utilização, como em São Francisco – EUA, outros cobram pelo seu uso, como na Alemanha e Dinamarca. Em Zanzibar – África, onde o turismo é a principal atividade econômica, se alguém usar um saco plástico vai preso, com pena de seis meses de cadeia ou U$ 2.000 de  multa.

A tendência é que essa mudança do uso de sacolas plásticas para ecobags, seja apoiada por mais e mais pessoas.

Nas grandes cidades, já surgem novas formas de ajudar o meio ambiente. Atualmente estão sendo inaugurados supermercados com uma idéia totalmente ecológica, desde a sua construção até o seu atendimento. Um exemplo disso, são os depósitos para embalagens de produtos como caixas

de pasta de dente, cereais, entre outros. Na construção mudanças importantes resultam em consumo 25% menor de energia e 40% menor de água, como o uso de lâmpadas funcionais e econômicas e o maior aproveitamento possível da luz natural, como também a reutilização de água da chuva e a implementação de descarga a vácuo nos banheiros.

Fonte: Eco em Revista

No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, onde a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, onde a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data é devido às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da secretaria especial do meio ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies animais.

A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Uso de sacolas retornáveis darão atendimento preferencial em supermercados

Projeto de Lei de autoria do vereador Zezé propõe que supermercados com pelo menos quatro caixas, destinem um deles para atendimento preferencial de pessoas que utilizem as sacolas retornáveis, contribuindo assim para a diminuição do uso das sacolas plásticas, nocivas ao meio ambiente.
O uso de sacolas retornáveis em supermercados de Hortolândia poderá garantir atendimento preferencial aos clientes. Esta é a proposta feita pelo Projeto de Lei do vereador José Nazareno Gomes, o Zezé (PT). A propositura de n° 78/2010 foi protocolada pelo 2º secretário da Câmara Municipal de Hortolândia no final de abril, e atualmente passa pela análise das comissões permanentes.

O objetivo do Projeto de Lei é incentivar o uso das sacolas retornáveis, que são ecologicamente corretas, pois podem ser usadas por muito tempo pelos munícipes. Já as sacolas de plástico, disponibilizadas pelos supermercados são altamente nocivas ao meio ambiente e demoram até 450 anos para se decompor.

A propositura prevê que os supermercados do município que possuam pelo menos quatro caixas terão que disponibilizar um caixa exclusivo para atendimento de consumidores que tiverem as sacolas retornáveis, mas sem prejudicar o atendimento de idosos, gestantes, portadores de deficiência ou pessoas com crianças de colo. Neste caixa, não poderão ser disponibilizadas as sacolas de plástico, exatamente para incentivar o uso das retornáveis. O estabelecimento que descumprir a lei estará sujeito a advertência e multa, em caso de reincidência.

“Quando o consumidor utiliza as sacolas retornáveis, feitas de tecido, lona ou outro material de uso contínuo, ele contribui com a neutralização das emissões de carbono, um dos responsáveis pelo efeito estufa. A diminuição do uso das sacolas plásticas também ajuda na redução dos problemas com aterros sanitários, da poluição dos rios e mares, além de colaborar com o uso racional de recursos naturais e energia gasta com a fabricação das sacolas plásticas”, comentou o autor da propositura.

Paula Vialto Amstalden

Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Hortolândia

De olho na Conferência do Clima!

O meio ambiente nunca foi um assunto tão presente nas manchetes dos principais jornais de todo o mundo.

Apesar das longas discussões que já rondaram os encontros anteriores sobre o clima, há mais de uma década, desta vez a Conferência de Mudanças Climáticas, que começa nesta segunda-feira (7) em Copenhague, capital da Dinamarca, promete encontrar, verdadeiramente, soluções dentro de um novo acordo sobre a emissão de gases causadores do efeito estufa.

A reunião deste grande grupo de chefes de Estado e de governo na Dinamarca para tentar “salvar o planeta” deve causar algum barulho pelo mundo.

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